terça-feira, 3 de outubro de 2017

Lanches saudáveis

Como a nossa horta continua a produzir resolvemos oferecer aos alunos um lanche saudável e diferente: tomate biológico da nossa horta, claro 😋😋😋

E sabem? Os alunos deliciaram-se...


"A feiticeira do parque..."

Aproveitando a hora de oficina de escrita, os meninos da turma C34A ouviram uma pequena parte da história «A Feiticeira do parque» de Marlène  Jobert e puseram-se a imaginar e a escrever sob o lema: 

Certo dia a Feiticeira fez um ronco e um assobio, nunca antes ouvido, exactamente no momento em que uma Joaninha pousou na erva à sua frente e... onde foram as pintas da Joaninha parar? ... 

Mais tarde aperfeiçoaram um dos textos redigidos e ilustraram... Gostam?

         Foi precisamente nesse instante que a joaninha levantou voo e foi para outro lado onde os meninos estavam a jogar futebol. Como eles estavam a correr, a joaninha teve medo de ser esmagada e tomou uma decisão: fugir para ao pé da velha senhora.
Quando a joaninha lá chegou reparou que as suas sete pintinhas negras estavam nas unhas dos pés da velha senhora. Nesse momento, a feiticeira acordou e foi para casa.
Já em casa, a velhinha foi tomar banho e viu pintinhas nas unhas dos pés. Resolveu então cortá-las mas as pintinhas, como por magia, colaram-se à pele dos pés. A velhinha voltou a esfregar os pés e as pintinhas, com tanto sabão, escorregaram e foram parar ao esgoto onde viviam os ratos.
Ao verem as pintas pretas, os ratos pensaram «Que bom! Sete queijinhos pretos para o nosso almoço.»



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Compostagem

O nosso compostor está em pleno funcionamento... hoje trouxemos algumas minhocas e os alunos mais novos adoraram vê-las e colocá-las no compostor.

Daqui a nada já podemos retirar o primeiro fertilizante natural produzido na escola. 😀

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Começa hoje o outono...


Recomeçou mais um ano letivo...
Na escola, depois do acolhimento aos novos companheiros veio a azáfama de organizar tudo: cadernos, livros, lápis, e outros materiais... na horta da escola já quase não temos mais nada para colher, restam uns espinafres, uns tomates e claro as espigas...Delineiam-se novos projetos e damos continuidade a outros...
É assim o ciclo da vida, quer na escola quer na natureza :)

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Horta

De regresso à escola é hora de colher na horta... batatas, tomate, pimentos...


Também tivemos de fazer uma limpeza nos canteiros


... agora temos o compostor cheio :)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Início do Ano Escolar


Aviso

Informam-se os Pais e Encarregados de Educação que as atividades letivas terão início no dia 13 de setembro com a receção aos alunos pelas 9h. Será também realizada a eleição dos representantes das turmas.
                                

domingo, 6 de agosto de 2017

Ler em voz alta


É mais fácil aprender a ler quando ouvimos outros ler em voz alta! Quem o afirma é, escritor e pedagogo norte-americano, num livrinho intitulado Queres que te conte um conto? Um guia para narradores e contadores.
Aprendemos a ler, normalmente, do seguinte modo: primeiro, acompanhados por quem sabe ler e, depois, começamos gradualmente a ler autonomamente. O leitor é, por isso, um aprendiz e é-o efetivamente se estiver na «zona de desenvolvimento proximal», isto é, se estiver em contacto com a leitura. Assim, ler em voz alta para as crianças é essencial para ajudá-las a converter-se em leitoras. E, segundo Aidan Chamber, «é um erro pensar que a leitura em voz alta é necessária apenas nas etapas iniciais». A leitura em voz alta é tão valiosa e aprender a ler é um processo tão demorado (e nunca acabado) que a leitura em voz alta é necessária durante toda a escolarização e, ousamos dizer, durante toda a vida. O ideal seria que cada pessoa escutasse um fragmento de literatura todos os dias.
Este especialista apresenta cinco razões fundamentais para ler em voz alta:

1 – A leitura em voz alta mostra-nos como o texto funciona. Cada vez que escutamos um conto, ou poema ou qualquer outro tipo de texto, adquirimos um exemplo mais de como a escrita funciona, isto é, como se estrutura e se organiza, e o que (ou como) temos de fazer «dominar» o texto. Descobrimos, ao ouvir, que tipo de texto está guardado na linguagem do texto.
2 – A leitura em voz alta faz com que o texto impresso ganhe vida poer meio da interpretação. A escrita é, em cero sentido, um guião: com palavras que nos dizem como são as pessoas, o que sentem e como agem. A leitura em voz alta desperta a magia do texto e das personagens. A leitura em voz alta mostra como quem lê «convive» com as palavras e as personagens. Ou seja, a leitura em voz alta possibilita a aprendizagem de que o texto tem um «corpo» e uma «voz» que o leitor tem de «interpretar».
3 – A leitura em voz alta transforma o «difícil» em algo acessível. Quando as crianças são expostas a algo que não são ainda capazes de ler por si mesmas, estamos a ajudá-las a descobrir que vale a pena esforçar-se por ler autonomamente.
4 – A leitura em voz alta estimula a escolha, mostrando que se pode ler vários tipos de textos, de vários modos e com «estratégias» distintas. Pode ler-se uma história completa, seguida de discussão; pode fazer-se um programa de leitura de contos, poemas, inclusive para e em ocasiões especiais; pode ler-se um texto mais extenso ao longo de vários dias; pode ler-se a despropósito, sempre que seja adequado e/ou surja uma oportunidade; pode dramatizar-se um texto, etc., etc.
5 – A leitura em voz alta oferece uma maneira de estar juntos. Além da dimensão social e afetiva (de que já falamos em outros post), este tipo de leitura é importante para o processo de construção da identidade cultural, ainda que cada pessoa a assuma de modo distinto.

Neste tempo de férias, não tenha dúvidas: leia em voz alta, para si, para os seus filhos, para os seus familiares, para quem quer que seja, mas leia…